Como fica sempre uma parte do Sol descoberta, olhar a olho nu — mesmo no máximo, mesmo por segundos — queima os olhos sem doer no momento.
Só óculos com norma ISO 12312-2. Nada de óculos de sol, radiografias ou vidros fumados. Para fotos, o telemóvel também precisa de filtro à frente da lente.
O Sol é cerca de 400 vezes maior que a Lua — mas está também 400 vezes mais longe. Por isso, vistos da Terra, parecem quase do mesmo tamanho.
Quando o Sol, a Lua e a Terra se alinham, a Lua passa à frente do Sol e tapa-o. A sombra da Lua — a umbra — desenha no chão uma faixa estreita, que corre a mais de 2000 km/h.
Só quem está dentro dessa faixa vê o Sol totalmente tapado — a totalidade. Essa faixa passa por Espanha, não por Lisboa.
Daqui vês um eclipse parcial: a Lua tapa 94,5% do Sol, mas nunca o Sol inteiro. Fica sempre um fio de luz — e é por isso que os óculos ficam sempre postos.
☀️ Só com óculos de eclipse ISO 12312-2, do início ao fim.
🚫 Nada de óculos de sol, radiografias, CDs ou vidros fumados.
📷 Para fotos, põe um filtro solar à frente da lente do telemóvel.
👁️ Se os óculos tiverem riscos ou furos, não os uses.
A luz fica um pouco mais fraca e o ar mais fresco perto do máximo — mas como fica sempre 5% do Sol, não escurece como de noite (isso só acontece na totalidade, em Espanha).
Espreita as sombras das árvores: os espacinhos entre as folhas funcionam como furos e desenham no chão dezenas de pequenos crescentes do Sol. É um dos truques mais bonitos de um eclipse parcial. 🌙